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Afrikazabaldu, a capacidade criativa das mulheres de África
A Fundação Haurralde organiza este ciclo com o objectivo de dar visibilidade ao cinema realizado por mulheres, de apresentar a realidade de África a partir de um olhar feminino, esse cinema que dificilmente chega aos ecrãs dos cinemas comerciais, embora nos mostre uma face da realidade imprescindível para melhor compreender o mundo em que vivemos, homens e mulheres.
O projecto que a Fundação Haurralde iniciou contempla diversas actividades, como seminários, encontro com africanos/as, este ciclo de cinema e uma mostra de batik e máscaras africanas. O programa previsto é o seguinte:
- De 4 a 13 de Março. Exposição: A arte das mulheres africanas. Batik e máscaras. De Segunda a Domingo, em Zelai Arizti Kultur Etxea (Zumarraga)
- A 9 de Março às 09:00. Conferência. 'A cultura africana do ponto de vistas das mulheres' e a projecção do documentário La femme invisible, em Zelai Arizti Kultur Etxea (Zumarraga)
- A 10 de Março às 22:00. Cineforum, a partir do filme Dunia. Entrada gratuita em Aizpurrunea Kultur Etxea (Urretxu)
- A 17 de Março, às 19:00. Projecção dos documentários Mieux vaut mal vivre que mourir e Nasija. Entrada gratuita em Zelai Arizti Kultur Etxea (Zumarraga)
- Para mais informações , ver o cartaz
O Cinenómada é um programa financiado pela Casa África e gerido por Al-Tarab, organizadora do Festival de Cinema Africano de Tarifa (FCAT), que tem como objectivo dar a conhecer a produção cinematográfica do continente africano em Espanha.
A Casa África patrocina o Cinenómada porque tem, como Al-Tarab, o objectivo de dar a conhecer o cinema africano ao maior número possível de espectadores espanhóis e de aproximar África a Espanha.
O Cinenómada coloca à disposição de diferentes entidades uma ampla selecção de títulos procedentes das passadas edições do FCAT, legendados em espanhol, que é hoje a única oferta desta dimensão e género que existe em Espanha e que garante a realizadores e a produtores do continente africano alguns rendimentos, que, embora modestos, são frequentemente os únicos que obtêm.
É dirigido a associações, municípios, conselhos, universidades, centros culturais, cinematecas, museus e qualquer tipo de organismo ou instituição interessada na promoção do cinema africano. Com o Cinenómada consegue-se difundir ao longo de todo o ano um cinema que, de outra forma, continuaria a estar concentrado exclusivamente em festivais especializados.